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Histopatológico

O exame histopatólogico consiste na analise microscópica dos tecidos para a detecção de possíveis lesões existentes, com a finalidade de informar ao clinico a natureza, a gravidade, a extensão, a evolução e a intensidade das lesões, além de sugerir ou ate mesmo confirmar a causa da afecção. o objetivo final é fornecer o diagnóstico.

O material coletado pelo médico deve ser rapidamente acondicionado em frasco de boca larga ou em outro recipiente adequado contendo solução de Formol a 10%, de preferência, para sua adequada fixação. O volume ideal de formol para cada peça está em torno de 20 a 10 vezes o volume do material.

Colorações Específicas

A pesquisa de agentes infecciosos como, por exemplo, bactérias, fungos e bacilos álcool- ácido- resistentes, pode ser realizada por meio de colorações histoquímica adicionais, além da hematoxilina e eosina efetuada de rotina. O Lapac conta com um leque de colorações histoquímicas incluindo PAS (Mucina, glicogênio e fungos), Alcian-Blue (Mucina), Fite- Faraco (BAAR), Grocott-Gomori (Fungos), Vermelho-Congo (Amilóide), Giemsa (H.Pylori), etc.

Essas técnicas são realizadas nos mesmo blocos de parafinas utilizados no exame histopatológico.

Exame Colpocitológico

A colpocitologia oncótica, também conhecida como exame preventivo ou Papanicolau, é o exame mais utilizado para prevenção do câncer do colo do útero.

Considerando o caráter preventivo do exame colpocitológico, o Lapac esta apto a auxiliar os médicos ginecologistas a fazerem o acompanhamento periódico das suas pacientes através de laudos claros e com rápido tempo de resposta.

Citologia Oncótica Líquidos Cavitários, Secreções e Raspados

Raspados, “imprints”, secreções, líquidos cavitários, escovados, descarga papilar e punções aspirativas por agulha fina.

Em casos de líquidos cavitários as amostras devem ser imediatamente refrigeradas a uma temperatura de 2 a 8º até 24h ou colocadas em recipiente com álcool a 50% em proporção igual ao volume da amostra por ate 7 dias em temperatura ambiente. Em casos de amostras dispostas em esfregaços deve-se fixar em álcool a 95%.

Este exame é realizado em bloco de parafina utilizado no exame histopatológico.

Exame Imuno-Histoquímico

Imuno-histoquímica é a técnica que aplica anticorpos específicos presentes em cortes histológicos, em associação com métodos de detecção altamente sensíveis para revelação da ligação antígeno (em geral, marcador tumoral) e anticorpo.

A aplicação desta técnica, em associação com a experiencia do patologista como morfologista, tem grande auxilio na definição diagnóstica e na definição de melhor tratamento para os pacientes.

O Lapac dispõe de uma variedade de anticorpos que permite avaliação diagnostica, prognostica e preditiva nas mais diversas patologias. As principais indicações clínico diagnósticas para o exame de Imuno-histoquímico são:

  • Classificação de carcinomas;
  • Classificação de neoplasias indiferenciadas;
  • Marcadores de carcinoma mamário;
  • Classificação de linfomas, neoplasias linfo reticulares e hematopoiéticas;
  • Baterias específicas para classificação de tumores;
  • Marcadores para determinação de malignidade em lesões suspeitas;
  • Pesquisa de micrometástases em linfonodo;
  • Pesquisa de agentes etiológicos e microbiológicos;
  • Carcinomas metastáticos de origem indeterminada;
  • Classificação de carcinomas;
  • Classificação de neoplasias indiferenciadas;
  • Marcadores de carcinoma mamário;
  • Classificação de linfomas, neoplasias linfo-reticulares e hemotopoéticas.
Este exame é realizado em bloco de parafina utilizado no exame histopatológico.

Hibridização
In Situ

Técnica que utiliza a especificidade de sondas de DNA sintetizadas com sequencias complementares específicas para pesquisa de segmentos gênicos de agentes etiológicos, geralmente virais.

O sinal positivo é possível se conseguir adicionando moléculas cromogênicas às sondas e revelando-as à semelhança das reações imuno-histoquímicas, porém com maior sensibilidade e especificidade.

 As principais aplicações são:

  • Pesquisa de rearranjo envolvendo o gene BCL2;
  • Pesquisa de amplificação do gene N-MYC – Neuroblastoma;
  • Pesquisa de amplificação do gene EGFR (HER1) – Câncer de pulmão;
  • Pesquisa de amplificação do gene HER2 – Câncer de mama e gástrico;
  • Pesquisa de delações envolvendo os cromossomos 1p e 19q – Glioma/ Oligodendroglioma
  • Pesquisa de rearranjo envolvendo o gene EWS – sarcoma de Ewing/PNET;
  • Pesquisa de rearranjos envolvendo o gene SYT ou SS18 – Sarcoma Sinovial;
  • Pesquisa de rearranjos envolvendo o gene MALT;
  • Pesquisa da translocação IGH/ CCND1;
  • Pesquisa de rearranjos envolvendo o gene MYC – Linforma de Burkitt;
  • Pesquisa de rearranjos envolvendo o gene FOXO1 (FKHR) – Rabdomiossarcoma Alveolar;
  • Pesquisa de amplificação do gene MDM2 – Lipossarcoma;
  • Pesquisa de rearranjos envolvendo o gene ALK – Adenocarcinoma de Pulmão;
  • FISH para pesquisa de rearranjo do gene TFE3 (Xp11);
  • FFISH para pesquisa de rearranjo do gene ROS1;
  • Pesquisa de rearranjo do gene BCL6;
  • FISH para pesquisa de rearranjo do gene RET;
  • Pesquisa da translocação IFH/BCL2 t(14:18);
  • Pesquisa da translocação CIC/ DUX4.

Reação em Cadeia de Polimerase (PCR) em Doenças Infecciosas

A técnica de PCR (polymerase Chain Reaction) é um método de biologia molecular de amplificação do DNA e baseia-se no processo de replicação do DNA. Através desta técnica oferecemos a pesquisa de agentes infecciosos como leishmania, HPV e microbacterias.

Reação em Cadeia de Polimerase em Tempo Real (RT-PCR)

RT-PCR é uma reação da transcriptase reversa, seguida de reação em cadeia da polimerase utilizando como molde o RNA de fita simples.

 As principais aplicações são:

  • Pesquisa para Fibrossarcoma infantil congênito;
  • Pesquisa para Linfoma Anaplásico de Grandes Células;
  • Pesquisa para Lipossarcoma mixóide;
  • Pesquisa para Rabdomiossarcoma alveolar;
  • Pesquisa para Sarcoma de células claras;
  • Pesquisa para Sarcoma de Ewing/PNET;
  • Pesquisa para Tumor desmoplático.

Imunofluescência Direta

Técnica que permite a visualização de antígenos nos tecidos em suspenção celulares utilizando corantes fluorescentes que absorvem luz e emitem num determinado comprimento de onda. As amostras obtidas devem ser fixadas em meio específico.

O Lapac realiza a Imunofluescência Direta na avaliação diagnóstica de amostras de pele e rim. Uma vez indicada tal técnica, deve-se contactar o laboratório para fornecimento de meios de transporte adequado. O tempo ideal de conservação do material no meio de transporte, sem que haja perdas na demonstração dos depósitos teciduais, e de até no máximo 48 horas. Por este motivo, recomenda-se, sempre que possível, requerem Imunofluescência, para que o material chegue ao laboratório dentro do prazo ideal para o seu melhor procedimento.

Este exame é realizado em bloco
de parafina utilizado no exame histopatológico.

Sequenciamento Direto

 As principais aplicações são:

  • Pesquisa de mutações no gene EGFR;
  • Pesquisa de mutações no gene KIT;
  • Pesquisa de mutações no gene PDGFRA (GIST);
  • Pesquisa de mutações no gene ERBB2 (Her2);
  • Pesquisa de mutações no gene IDR-2;
  • Pesquisa de mutações no gene POLE;
  • Pesquisa de mutações no gene MYD88;

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