Teresina - PI
Segunda - Sexta 08:00 às 18:00 e sábado 08:00 às 12:00
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Este exame é realizado a partir dos mesmos blocos de parafina utilizados no exame histopatológico, sem necessidade de nova coleta.
A hibridização in situ é uma técnica que utiliza sondas de DNA ou RNA com sequências complementares específicas para detectar alterações genéticas ou agentes infecciosos diretamente no tecido, preservando a arquitetura histológica. Essa abordagem permite a identificação precisa de amplificações gênicas, rearranjos, deleções e material genético de microrganismos.
O sinal é evidenciado por sistemas de detecção cromogênicos (CISH) ou fluorescentes (FISH), possibilitando a visualização das alterações ao microscópio com alta sensibilidade e especificidade.
Quando integrada à análise morfológica, a técnica amplia significativamente a acurácia diagnóstica, com impacto direto na classificação tumoral, definição prognóstica e escolha terapêutica.
Além da avaliação de alterações genéticas, a hibridização in situ também permite a detecção de agentes infecciosos no tecido, com destaque para a pesquisa do Epstein-Barr virus por EBER-ISH, amplamente utilizada no diagnóstico de linfomas e neoplasias associadas ao EBV.
Principais aplicações: